Comissão visita Ministério Público para discutir contratos temporários na área de educação

Em 04/04/2017
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O Ministério Público de Pernambuco vai exigir que, diante da constatação de cargo vago, o Estado suspenda o contrato temporário de professores e nomeie aprovados em concurso público, que estejam na lista de remanescentes. A informação é da promotora de Patrimônio Público Lucila Varejão, que recebeu nessa terça a visita da presidente da Comissão de Educação da Alepe, deputada Teresa Leitão, do PT.

A parlamentar solicitou o encontro para discutir o número de contratos temporários na educação e a necessidade de convocar os concursados. Teresa Leitão ressaltou que, embora o Estado tenha nomeado mais de dois mil aprovados no concurso promovido em 2015, ainda há vagas para quem está  na lista de remanescentes. Ela afirma que existem mais de 14 mil contratos temporários de professores, segundo dados da Secretaria de Educação de Pernambuco.

A presidente disse ainda que o Colegiado tem recebido demandas dos aprovados pedindo mais diálogo com o Governo do Estado, para garantir que os contratos temporários sejam realmente excepcionais e que os efetivos sejam convocados.

De acordo com Lucila Varejão, o Ministério Público vai colher informações da Secretaria de Educação de Pernambuco para montar um cronograma de substituição gradativa das contratações temporárias.